Encerramento da Paralimpíada tem emoção e protesto político escondido


Para espantar a tristeza pelo fim de mais um ciclo olímpico, nada como uma grande festa.
O Maracanã, pela última vez, virou o grande palco para que a população carioca desse um adeus definitivo às competições que, desde agosto deste ano, entraram para o calendário da cidade.
Entre as atrações, transmitidas pela SporTV com exclusividade na noite deste domingo (18), a singela e emocionante homenagem ao ciclista iraniano Bahman Golbarnezhad, morto durante a prova de ciclismo de estrada, uma desconfigurada Carreta Furacão sem seus hilários personagens - um sucesso na internet com rapazes dançarinos do interior de São Paulo - e um discreto, porém perceptível, protesto dos músicos convidados.

Durante a apresentação do grupo pernambucano Nação Zumbi, o guitarrista Lúcio Maia mirou a câmera e virou a guitarra, onde a frase “Fora, Temer" estava escrita num papel colado no instrumento. Desavisada, a câmera ao vivo da emissora parecia ter dado um "close” na queixa. O telespectador mais atento, naturalmente, flagrou.

A organização dos jogos bem que tentou abafar as manifestações políticas dentro das arenas e espaços - especialmente os que eram transmitidos pela TV. Mas as vaias e aplausos misturados ao atual presidente na abertura da Paralimpíada, estes não puderam ser mesmo editados.

Fonte: Yahoo

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